Justiceiros 2
Gostei deste post do Tomás Vasques:
Lisboa, o país e a política vistos por autarcas do PSD...
Gostei deste post do Tomás Vasques:
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 09:42 0 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 16:35 3 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 16:12 2 crónicas
Marcadores: CML, Paula Teixeira da Cruz, PSD, Santana Lopes
Reproduzo aqui o artigo que hoje publiquei no Diário Económico sobre este tema "fracturante",
CASAMENTOS HOMOSSEXUAIS: REFERENDO OBRIGATÓRIO!
"A problemática dos casamentos homossexuais, não sendo de hoje, ganhou recentemente alguma acuidade e centrou parte do debate político, pelo menos de algum sector de esquerda, em especial JS e BE, que pretendem introduzir as chamadas questões “fracturantes” na sociedade portuguesa. Até esse ponto nada a observar, não só porque lhes assiste tal direito, como obviamente têm o mérito de liderar uma agenda política onde certa esquerda se revê, criando mesmo algum embaraço à esquerda do poder, leia-se aos seniores socialistas. Aliás tudo indica que o PS fará exercer o seu ponto de vista, isto é, não viabilizar tal iniciativa, resta saber se por convicção ideológica ou por tacticismo resultante do calendário pré-eleitoral, aliado à paternidade política de tal iniciativa. No fundo aparentando uma ideia de ruptura ideológica, mas adoptando a tese de só viabilizar as “fracturas ratificantes” e, naturalmente, sujeitas a um calendário político não adverso.
Nesta temática Manuela Ferreira Leite veio a público expressar a sua opinião, portanto, contrariamente ao que se tem referenciado genericamente, não esteve calada sobre tal questão, manifestando a sua oposição a tal iniciativa. Com efeito, no seu entender “o casamento visa a procriação”, pelo que simples e directa, Ferreira Leite mantém o código genético do casamento, isto é a contratualização entre duas pessoas de sexo diferente com o propósito de constituição de família, onde obviamente a procriação, embora não único, assume um papel preponderante na concepção e fonte da família.
De imediato choveram críticas a esta posição, apelidada de reaccionária, mas convenhamos que assente na legislação vigente há longas décadas e, principalmente, ancorada na concepção judaico-cristã que molda a nossa sociedade. Claro que se pode rever tal legislação, trata-se de um mero acto normativo para introduzir tal alteração, mas o que se deve questionar é se essa modificação espelha uma nova visão da sociedade sobre esta temática. Nada nos impediria que nessa “divagação fracturante” em questionar, já agora, se devemos ou não introduzir também o conceito de casamento poligâmico, em claro afastamento da concepção judaico-cristã, mas assente numa outra linha de orientação filosófico-religiosa de organização da sociedade, para quem aliás a poligamia faz todo o sentido.
Certo é que o tema dos casamentos homossexuais é um tema relevante e fracturante, susceptível de alterar o quadro de concepção da sociedade portuguesa em matéria de fontes familiares, relegando aspectos culturais e éticos fortemente enraizados nesta mesma sociedade. Assim, será que basta uma iniciativa legislativa para assumir materialmente tal alteração? Ou tal questão não merece um quadro de debate alargado e uma forma de aprovação mais consentânea com o pulsar da sociedade portuguesa?
Parece óbvio que sim. Esta matéria em função do legado histórico-social, bem como da dimensão enformadora do futuro social, implica necessariamente uma consulta popular. De facto esta matéria exige, em função ou não da modificação do paradigma axiológico-normativo do casamento em Portugal de um referendo nacional, de modo a que a sociedade exprima directa e livremente a sua opção nesta questão.
Os argumentos de ambos os campos estão lançados, não parece que uma simples alteração legislativa em final de ano de legislatura, com algum condimento de importação espanhola, portanto de “neoiberismo ideológico-socialista”, seja sinónimo da importância fracturante que o tema tem. Pede-se mais, pede-se mais coragem política, principalmente a quem propõe, mas também a quem se opõe, avance-se para Referendo Nacional, em nome da participação e transparência das opções de fundo da sociedade e da aproximação dos cidadãos ao fenómeno da política, que é de todos e não de uma qualquer minoria auto proclamada de esclarecida.
PEDRO PORTUGAL GASPAR (Docente Universitário, Doutorando em Jurídico-Políticas, Faculdade Direito de Lisboa)".
Por Pedro Portugal Gaspar às 17:16 4 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 00:10 6 crónicas
Marcadores: Marques Mendes, Política, PSD
Em primeiro lugar, não queria deixar de agradecer os inúmeros comentários que têm deixado neste blog desde a sua rentrée.
Queria no entanto, e à semelhança do que já fiz em tempos, esclarecer o seguinte:
Nenhum comentário que ofenda, insulte, ou faça acusações graves a terceiros será publicado.
Têm sido vários os comentários deste tipo, vindos de diferentes correntes ou alas do PSD. Mas este blog não é um tribunal! Aqui discutimos política. Não insultamos nem ofendemos pessoas. E muito menos deixamos que outros, sob a capa do anonimato o façam.
Discordem e contraponham à vontade sobre o que aqui se escreve ou defende, mas façam-no sempre com respeito. Penso que não é pedir muito.
Obrigado.
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 17:01 0 crónicas
Marcadores: Blog, Comentários
Lendo os outros, neste caso, João Gonçalves in Portugal dos Pequeninos:
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 16:02 1 crónicas
Marcadores: Câmara de Lisboa, PSD, Santana Lopes
Esta notícia tem muito que se lhe diga. Que pontaria! Que timing! Que destaque! Que conveniência...
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 15:59 0 crónicas
Marcadores: Câmara de Lisboa, PSD, Santana Lopes
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 17:30 5 crónicas
Marcadores: Câmara de Lisboa, PSD, Santana Lopes
As recentes notícias sobre a partilha de responsabilidades que o Movimento Cidadãos por Lisboa vai assumir no Programa Local de Habitação da capital demonstram bem a estratégia de António Costa. De facto o Movimento entra numa "Plataforma Abrangente", onde já está o BE, preparando-se o terreno para as eleições de 2009, veremos até quando fica o PC de fora. O PSD o que faz? Não é grave só ter 3 vereadores na Câmara e ser a 3ª força no Executivo, mais grave é não assumir uma postura proactiva e visível na política da capital. Por um lado há todo o lastro do outro movimento independente da capital e, mais importante, detém maioria absoluta na Assembleia Municipal, resta saber se a quer exercer para funções administrativo-burocráticas (simples aprovação de propostas), ou para afirmação e combate político. Pessoalmente não tenho dúvidas do caminho que seguiria se conduzisse o PSD nesta Assembleia.
Por Pedro Portugal Gaspar às 10:28 3 crónicas
Inicia-se hoje mais uma edição da festa do Avante! Numa passagem rápida pelo site do PCP, poderemos constatar que entre os ilustres camaradas internacionais convidados e com direito a stand, encontramos:
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 16:54 4 crónicas
Marcadores: Avante, Democracia, PCP
Atendendo ao organizador e a alguns dos oradores da Universidade de Verão, há já 2 coisas que são óbvias:
1) Qualquer aluno atento, saberá no futuro, assim que vir um avião a passar, se se trata ou não de um vôo da CIA, e que tipo de passageiros transporta.
2) Todos os alunos saberão como colocar em blogs símbolos partidários invertidos...
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 14:27 1 crónicas
Marcadores: PSD, Universidade de Verão
Setembro é o tradicional mês da rentrée.
Também o será aqui no Crónicas Alfacinhas.
Aliás nas hostes sociais democratas, já há demasiado silêncio. E neste caso, não é de ouro...
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 10:08 3 crónicas
Marcadores: PSD
A um ano político das próximas eleições para Lisboa, importa criar novos desafios e perspectivas mobilizadoras aos cidadãos da capital e, obviamente aos eleitores. Considero importante, até pela minha experiência de Presidente da então Comissão Eventual da Assembleia Municipal para o Referendo ao Elevador do Castelo de S. Jorge, que se inicie um debate profundo sobre a possibilidade de utilização de tal instituto no quadro da actual política lisboeta, precisamente quando e enquanto o PSD detém maioria absoluta na Assembleia Municipal.
De facto o referendo local, já existente há anos em Portugal, não conhece grande aplicabilidade, nem efectiva nem potencial, nas autarquias. Pena é, precisamente quando cidadãos se queixam da falência do modelo representativo e também vociferam contra os respectivos autarcas. Ora este mecanismo, até por tacticismo poderia ser utilizado, pois para quem está no poder significa umas “primárias imperfeitas” e embalagem para a sua reeleição. Para a oposição, quer partidária, quer de iniciativa popular, laboratório de putativas candidaturas independentes, tratar-se-á de um desafio relevante. Mais do que a táctica, a utilização do referendo pode contribuir para um amadurecimento da política local, da responsabilidade dos respectivos agentes políticos e cidadãos.
Centrando agora a apreciação em Lisboa, importa recordar o projecto de acesso ao Castelo de São Jorge, o célebre elevador de João Soares, que veio a conhecer diversas iniciativas para referendo, as quais não se concretizaram pois a então gestão camarária abandonou o projecto. Por outro lado, no mandato Santana Lopes, colocou-se a questão do referendo ao túnel do Marquês de Pombal, o qual também não prosseguiu em sede de Assembleia Municipal, sem dúvida pelo PS perceber que a aprovação ao projecto do túnel equivaleria à vitória do PSD em 2005. Portanto parece que nem o poder instituído, nem muitas vezes a oposição partidária, querem arriscar a realização de referendos locais, o que obviamente poderá ser uma bolsa de oportunidade para os eleitos independentes, principalmente quando estes se consideram os arautos dos novos tempos e os partidos dão algum espaço e razão para essa afirmação. Lisboa pode e deve ser um campo de experimentação dessa realidade, não só pelos antecedentes históricos já referidos (elevador do Castelo de S. Jorge e Túnel do Marquês de Pombal), como pela existência de dois movimentos independentes com expressão político-eleitoral relevante, ainda que resultantes de claras cisões partidárias. A existência de oportunidade temporal, a um ano de eleições, bem como lastro histórico e conjuntura de mosaico político, constituem factores de enorme relevância para a aplicação de um referendo em Lisboa. Claro que a tudo isso se deverá somar o facto do PSD deter maioria absoluta na Assembleia Municipal e, até por essa via, poder esta força partidária recorrer ao citado instituto sem depender de terceiros, mas tão só da sua vontade própria em identificar um objectivo e mobilizar a população da capital nesse sentido. Dir-se-á que este quadro histórico-orgânico-político não chega por si só, pois obviamente é necessário um projecto ou obra a referendar que, numa cidade parada politicamente como está Lisboa não é muito fácil. De facto, aparentemente, não se vislumbra nada de significativo que justifique a consulta popular, pois não são meros quatro projectos de intervenção na Baixa que podem significar a designada revitalização do coração da capital, ainda que seja importante ver-se em pormenor como será feito o acesso mecânico ao Castelo de S. Jorge. Contudo numa análise mais fina poderá ser detectável algo de relevante, desde logo a anunciada “Construção de Moinhos Eólicos ao longo da 2ª Circular”, projecto que a ser implementado deverá ser precedido de consulta popular, pois a sua eficiência energética não justifica tudo, podendo antes ser estudado para o Parque da Belavista, ou para a zona devoluta da Portela quando o aeroporto for desactivado, onde aí sim se poderá construir uma área de ciência de novas tecnologias com um enquadramento verde, num quadro de verdadeira sustentabilidade. Também não será despiciendo o acompanhamento das iniciativas camarárias junto à frente ribeirinha, pois poderá ser tempo dos lisboetas se pronunciarem sobre o seu Tejo.
Por Pedro Portugal Gaspar às 23:49 2 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 15:57 7 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 23:45 3 crónicas
Quando os eleitores do PS, sim do PS, preferem ver Manuela Ferreira Leite a liderar o PSD, eu cá desconfio...
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 01:55 1 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 00:57 1 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 22:58 2 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 16:17 3 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 01:00 5 crónicas
Marcadores: Directas, PSD, Santana Lopes
É a expressão que me veio à cabeça depois de ouvir a Dra. Manuela Ferreira Leite no programa da Judite de Sousa.
Respostas vagas, muitos engasganços, e uma necessidade incrível de dizer que tinha votado Marques Mendes nas directas.
O seu programa: a credibilidade.
O seu estilo: a credibilidade.
As suas ideias: a credibilidade.
Designios nacionais: a credibilidade.
Os outros candidatos: não comento.
As ideias dos outros candidatos: não comento.
Uma afirmação deste ou daquele: não comento.
Convenhamos que é pouco. Muito pouco mesmo. Sobretudo face à expectativa que se tem criado à sua volta.
Para não variar, mais uma vez, falou do dever de consciência e dos apelos alheios. Mas nunca numa vontade própria, e até legítima, de liderar o partido por ter um projecto para o país.
A principal ideia que saiu do programa foi a reforma do IMI. Nada melhor do que bater numa lei, que ainda por cima é da sua responsabilidade. Como diria alguém, "há mais vida para além do orçamento".
Enfim, uma entrevista que desiludiu.
Não sou apoiante da candidatura da Dra. Ferreira Leite, mas confesso que esperava muito mais. E se calhar como eu, muitos outros.
Talvez tenha começado hoje o fim de um mito: o da dama de ferro...
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 00:11 4 crónicas
Marcadores: Directas, Ferreira Leite, PSD
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 00:57 1 crónicas
"Caso Manuela Ferreira Leite vença as eleições para a liderança do PSD, o partido vira à esquerda.
"Não somos liberais, somos de centro-esquerda", afirmou Amândio de Azevedo, ex-ministro do Trabalho no governo do bloco central liderado por Mário Soares, quarta-feira à noite na sede da distrital do Porto, onde a candidata se apresentou aos militantes. Manuela Ferreira Leite anuía com a cabeça enquanto o ex-secretário geral do partido, e seu apoiante, usava da palavra numa sala cheia de velhos e "notáveis" rostos: Albino Aroso, Valente de Oliveira, Paulo Mendo e a ex--sindicalista Manuela Teixeira, entre outros há muito fora da política."
In DN
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 12:31 1 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 16:35 5 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 14:57 2 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 18:10 6 crónicas
Marcadores: Lisboa, Sá Fernandes
Por Pedro Portugal Gaspar às 19:47 8 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 14:42 0 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 23:20 1 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 17:17 2 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 16:24 2 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 15:56 2 crónicas
Aqui registo uma palavra de solidariedade a Carmona Rodrigues. Confio nele e na justiça prtuguesa. Força.
Por Henrique de Freitas às 00:37 1 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 17:18 1 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 18:03 5 crónicas
Marcadores: CML, Gestão PS/BE, Natal
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 23:01 5 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 14:41 4 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 13:58 5 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 10:09 1 crónicas
Marcadores: Assembleia Municipal, Paula Teixeira da Cruz, PSD
Por Pedro Portugal Gaspar às 18:08 2 crónicas
Como há muito tempo vinha avisando, e aqui escrito, o Partido Socialista tem na Presidente da Assembleia Municipal uma aliada política. Se dúvidas houvesse, hoje elas foram dissipadas. A sua postura na questão do empréstimo dos 500 milhoes de euros foi paradigmática. Ao ameaçar demitir-se se a proposta de António Costa não fosse aprovada , a Presidente torna-se ,assim, uma socialista de mérito. E tal mérito merece ser recompensado. O PSD cede uma deputada municipal à bancada socialista e o PSD recupera a presidência da Assembleia. Acho que é uma troca justa. Sei o que nós ganhamos. E acho que o PS merece tal castigo.
Por Henrique de Freitas às 21:06 8 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 16:11 1 crónicas
Marcadores: PSD, Sa Carneiro
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 13:20 1 crónicas
Marcadores: Paula Teixeira da Cruz, PSD
Em 11 de Junho de 2007 escrevi este post a propósito das contas da Câmara e das dívidas. Hoje reproduzo-o na íntegra pois parece-me muito actual no contexto da discussão do empréstimo...
O citado relatório da Price, foi feito na sequência de um concurso público para auditoria das contas da CML, pedido em 2002 por Pedro Santana Lopes.
Dizia então o post:
O relatório da Price, ao qual já fiz referência, dizia o seguinte em termos do passivo da autarquia:
"Dívida a Fornecedores: considerando os Fornecedores em Conta-corrente, Fornecedores em Recepção e Conferência, Fornecedores de Imobilizado e Outros Credores (com exclusão do Estado e outros Entes Públicos) o valor de Balanço era de € 58,9 Milhões.
Contudo, revela a Auditoria, após circularização pelos Fornecedores, saldos substancialmente diferentes,atingindo um diferencial para mais de € 25,3 Mio.
Este valor, uma vez confirmado, significa que há obrigações assumidas pela CML que não se encontram relevadas nas Contas de 2001.
A Dívida a Fornecedores seria, portanto, de € 84,2 Mio.
A Auditoria detectou situações de:
- Facturas enviadas pelos fornecedores e não registadas na Contabilidade da CML; - Valores de fornecimentos relativos a 2001 só facturados em 2002;
- Lançamentos de facturas em duplicado pela CML; etc.
Concluímos que a rubrica de “Fornecedores” apresenta um valor por defeito, de montante que ainda se não conseguiu quantificar de modo exacto, de cerca de €25,3 Milhões.
Empréstimos de Curto Médio e Longo Prazo: € 410.607.146;
Total do Passivo (com correcção da rubrica de Fornecedores e Outros Credores): € 587.104.027."
No entanto, a este valor final apurado, temos ainda que somar 2 outras dívidas, que apesar de virem do mandato João Soares, só recentemente foram incorporadas nas contas da CML.
A saber, Parque Expo - 150 milhões de € e Simtejo - 50 milhões de €.
Assim, o passivo deixado pela gestão PS/PC é de 787 milhões de €. Apenas e só 65,6% do total do passivo actualmente.
É muito fácil andar por aí a dizer que a gestão PSD endividou a CML, mas olhando para os números a realidade não é bem assim!
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 00:39 3 crónicas
Marcadores: Contas, Gestão PS/PC
Por Pedro Portugal Gaspar às 17:29 7 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 18:32 6 crónicas
Sei, contaram-me, disseram-me que a Regina Condessa ficou magoada com o meu último "post". Que não fique. Será sempre bem vinda à Secção I. Foi em outras "lapas" e em outros moluscos que me inspirei, para escrever o que escrevi. Mas , como são mesmo de má qualidade - a "Pescanova" e a "Iglo" não os iriam comercializar, acredite- não a aconselho a "alapar-se" a tais companhias. Pela correcção que sempre teve comigo,Regina, aqui deixo este registo. Que é merecido.
Por Henrique de Freitas às 01:26 5 crónicas
A derrota não é boa conselheira. E muito menos na minha Secção. A Secção I. Vamos por partes. Tudo começa quando , na qualidade de Presidente da Mesa, fiz todos os meus esforços para que na I houvesse lista única na eleição para delegados à AML.Não havia necessidade de confronto. Entendi, na altura, que era mais o que nos unia que aquilo que nos dividia. Sentei à mesma mesa quem devia sentar. Mas, vaidades pessoais falaram mais alto e duas listas foram a votos.E sem necessidade. Porque na nossa secção já sabemos o peso relativo de cada candidato. Foi sem surpresa , pois, que contados os votos a Lista A obteve 65 votos e a H apenas 30. Era a quarta derrota consecutiva . E , sublinho, sem necessidade. E foi numa lógica de má aritmética política e de má estratégia política que foi montada uma operação "para-militar", nunca vista na nossa secção. Um " call-center" entrou em acção, dois delegados alaparam-se na Mesa a que eu presidia e telefonemas sucediam-se para recrutamento de novos votantes. A tudo isto assisti enquanto presidente de Mesa. E tudo permiti. Cheguei a ter seis delegados a assistir ao processo eleitoral. E tudo isto durante todo , e sublinho todo, o processo eleitoral. Das 18h às 23h 30m.Por junto, cinco horas e meia. Eu e meus os companheiros da Mesa : Dias de Almeida e Isabel Lory. Militantes históricos da secção e de conduta irrepreensível na história do PSD-Lisboa. Aberta a urna verificou-se uma diferença de dois votos entre os votos escrutinados ( para todos os orgãos) e as descargas efectuadas pela Mesa no caderno eleitoral. Dois votos de diferença.104 votos dentro da urna, 102 votantes . E perante esta pequena diferença assisti ao que nunca pensei assistir. A protestos , requerimentos e , pasme-se, a telefonemas para o exterior denegrindo a imagem do nosso Partido. A este desespero reagi como devia reagir. Registei na acta, que assinei e entreguei na Distrital, todas estas ocorrências : a discrepância de votos e votantes e todos os protestos e requerimentos recebidos. Mais! Selei a urna, com todos os votos utilizados nas quatro eleições, que foi rubricada pelos presentes e , acto continuo, a depositei na sede Distrital. Gostava de ter esquecido ,rapidamente, este triste episódio. Tal como na vitória é preciso saber ser "grande" na derrota. Mas,afinal, há quem não o saiba na minha Secção. Afinal , há muito mais a separar-nos do que a unir-nos.
Deixo aqui este "post" para repor a verdade dos factos. E faço-o, assinando. Não me refugiu em anonimatos , nem na má lingua militante. Faço-o porque não gosto que brinquem com o meu nome. E faço-o porque tenho a obrigaçãode defender a honra dos meus colegas da Mesa. E faço-o porque , só assim defendo a honra da minha Secção e do meu Partido.
Por Henrique de Freitas às 17:45 2 crónicas
Gostava de ter votado nas ultimas eleições para a Distrital de Lisboa da mesma forma que votei em 2007 : Carlos Carreiras para a Comissão Política , Helena Lopes da Costa para a Mesa da Assembleia.Ou o inverso, também era possivel. Esta "dupla" era imbativel em 2008. E era a única que teria permitido , de uma vez por todas , que o PSD enfrentasse as autárquicas de 2009 sem os rostos da derrota de Lisboa. Mas, assim não aconteceu. Viram-se adversários onde havia pensamento livre , inimigos em amizades verdadeiras , opositores em conciliadores. Perdeu-se a noção, essencial em Política, de quem era o "nós" e os "outros". E perdeu-se , por isso, uma oportunidade única de revitalizar o Partido em Lisboa. Mas, pensemos positivo para poder ganhar. E para isso o Partido tem de contar com todos. E com a Helena, obviamente. Com a sua combatividade e dedicação. Não concebo o PSD sem ela. Confio no Carlos para a trazer para novos e vitoriosos combates. Confio no Carlos para uma luta sem tréguas ao PS. Confio no Carlos. Ponto.
Por Henrique de Freitas às 14:40 2 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 22:20 4 crónicas
A nova equipa:
Aos eleitos, aqui ficam os parabéns e os sinceros votos de bom trabalho e de sucesso.
Muito há para fazer para reerguer o PSD no Distrito de Lisboa!
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 23:31 3 crónicas
Os resultados:
Inscritos: 12529
Mesa da Assembleia:
Votantes: 5619
Lista A: 2969
Lista H: 2522
Brancos: 80
Nulos: 48
Comissão Política:
Votantes: 5615
Lista A: 2977
Lista H: 2512
Brancos: 86
Nulos: 40
Conselho de Jurisdição:
Votantes: 5617
Lista A: 2954
Lista H: 2538
Brancos: 86
Nulos: 39
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 23:24 0 crónicas
Pedro Santana Lopes e Manuela Ferreira Leite apoiam Helena Lopes da Costa.
Pode ver aqui.
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 08:38 1 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 22:17 4 crónicas
Por Pedro Portugal Gaspar às 18:41 0 crónicas
As eleições aproximam-se. Espero ainda hoje ter tempo de publicar aqui a minha opinião sobre estas eleições.
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 10:31 0 crónicas
Dia 8 de Novembro irei votar nas eleições da distrital de Lisboa. É um dever de todos os militantes e , por isso, meu. E irei votar sem atropelos à minha consciência ou ao meu trajecto político. E mais não digo. Para os que antecipadamente comentaram o meu posicionamento, sem saber qual ele era, aqui o têm para meu gozo e vosso "mea culpa"... Até dia 9.
Por Henrique de Freitas às 18:44 3 crónicas
Diversas vezes publiquei aqui os resultados do Barómetro TSF/DN.
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 00:50 0 crónicas
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 23:55 8 crónicas
Paula Teixeira da Cruz foi ao congresso com o estatuto de participante e prometeu fazer parte da unidade desde que seja permitida “uma leal divergência”. in correio da manhã.
Então não tinha havido uma derrota das causas, dos princípios e dos valores?
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 01:47 5 crónicas
Marcadores: Paula Teixeira da Cruz, PSD
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 15:13 6 crónicas
Marcadores: Gestão PS/BE
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 23:56 1 crónicas
Marcadores: Marcelo Rebelo de Sousa, PSD
Por Pedro Portugal Gaspar às 22:13 4 crónicas