03 outubro 2009

RIDICULO II

Lisboa
Câmara 'expulsa' GNR da cerimónia do 5 de Outubro
in DN


"Polémica. O desacordo da GNR em prestar honras militares a António Costa valeu-lhe ser dispensada, quase na véspera, das comemorações na Praça do Município. José Sócrates vai estar presente
A GNR foi dispensada de participar na cerimónia oficial do 5 de Outubro, que se vai realizar na praça do município, em Lisboa, com a presença do primeiro-ministro José Sócrates, cuja participação foi conhecida ontem. Na guarda há quem entenda esta 'expulsão' como uma "afronta" que deve merecer uma resposta do Comandante-Geral, general Nelson Santos."

RIDICULO!

5 de Outubro
Honras militares a António Costa causam mal-estar na GNR
in DN


"Preparativos para a cerimónia estão a gerar polémica entre o protocolo da CML e a GNR, que estará a ser pressionada para prestar honras militares a António Costa."

Cada vez se torna mais urgente uma mudança em Lisboa.

Um mudança com sentido!

30 setembro 2009

NOJO!

António Costa acusa Santana de preferir diversão em detrimento do tratamento do cancro in Público

Mete nojo! É o minimo que se pode dizer sobre uma afirmação destas.
Para tudo há limites, e aqui foram largamente ultrapassados. Não se usam os problemas de saúde das pessoas para fazer campanha!

O desespero do ainda Presidente da Câmara é cada vez maior. Mas com uma campanha assim, só se vai enterrar ainda mais...

29 setembro 2009

E vão duas...

Este acto eleitoral foi o segundo, em pouco tempo, em que o PSD baseou o seu discurso principal na questão da credibilidade e da verdade.
Antes, já a dupla Marques Mendes e Paula Teixeira da Cruz tinham ensaiado o mesmo tipo de discurso nas intercalares de Lisboa, e tiveram o belo resultado que sabemos.
Dois actos eleitorais, o mesmo tipo de discurso e os resultados são os que sabemos!
Espero que tenham percebido de uma vez por todas que o eleitorado não aprecia esse tipo de conversa, que tem subjacente uma certa arrogância e uma ideia de superioridade moral em relação aos adversários.

28 setembro 2009

Coisas positivas do resultados eleitorais

Se os resultados do concelho de Lisboa não sofrerem grandes oscilações, o futuro Presidente da Câmara será:






15 agosto 2009

Campo de Santana

É o nome de um novo Blog. Com uma expressão feliz e por uma Lisboa com sentido.

Aqui ficam a divulgação, e os votos de sucesso...

Campo de Santana

11 agosto 2009

O estado a que se chegou em Lisboa...

O episódio da bandeira monárquica hasteada no balcão principal do edifício dos Paços do Concelho de Lisboa é bem elucidativo de uma verdade muito simples: Pelos vistos, naquela casa, hoje em dia, ninguém está onde devia estar. Este fim-de-semana ficou-se a saber que António Costa está de férias e, pelos vistos, todas as pessoas que, actualmente trabalham nos Paços do Concelho.

Independentemente das convicções monárquicas e republicanas de cada um - e nós temos o Partido Popular Monárquico na nossa coligação - o que se passou mostra bem como vai a Câmara Municipal de Lisboa!....Nem sequer conseguem garantir a obrigação permanente de velar pela integridade do histórico edifício público que têm à sua guarda.

É muito fácil pedir responsabilidades às forças de segurança ou fazer-lhes queixa. Mas quem, naquela equipa quase toda de saída, será o responsável por garantir a existência de um adequado sistema de segurança? Questão importante é também outra: a do respeito e, quando este existe, situações assim não acontecem.

in Lisboa com Sentido

06 agosto 2009

As listas de Manuela...

Nem sei que termos utilizar para qualificar as inacreditáveis listas de candidatos a deputados que o PSD apresenta.
Entre saneamentos e imposições, as opções da Presidente do Partido foram um verdadeiro balde de água fria num partido que estava em crescendo e em mobilização para ganhar as legislativas.
O afastamento de Pedro Passos Coelho é um dos mais evidentes exemplos do que não deveria ser a política da Direcção. Apenas revela mesquinhez e elucida-nos sobre o critério que presidiu à elaboração das listas...
As escolhas de Pacheco Pereira, Maria José Nogueira Pinto, ou Costa Neves são de deixar qualquer militante de boca aberta.
É triste. Podia não ter sido assim. Sobretudo deveria não ter sido assim!

24 julho 2009

Lendo os outros...

Casamento de Santo António de Lisboa



21 julho 2009

As palavras de Roseta...

Dizia Helena Roseta ao DN em 1 de Abril passado:

Movimento Cidadãos por Lisboa prepara a recolha das assinaturas para uma recandidatura à autarquia da capital. Ao DN, Helena Roseta afirma que "desistir deste movimento seria uma perda para a cidade". A actual vereadora garantiu também que não haverá "negociações" com o Bloco de Esquerda ou com qualquer outra força política no sentido de obter o apoio político. "Quem me quiser apoiar livremente que o faça, mas não vou sentar-me à mesa de negociações com ninguém. Quero manter a nossa autonomia", disse.

Helena Roseta sublinhou ainda que a legislação não permite coligações entre movimentos de cidadãos e partidos políticos, o que na sua óptica seria positivo. "Mas já que proíbe, não vamos fazer coligações encapotadas", afirma.

Cabe então perguntar à Sra Vereadora, o que mudou?

As listas da União Nacional...

É o que parece a candidatura de António Costa.
Lá estão ex-CDS's, ex-PSD's, ex-PS's, ex-BE's, ex-PC's, militantes do PS e do PCP.
Basicamente há de tudo, para todos os gostos e feitios.

Mas o que unirá de facto toda esta diversidade de gente? Um projecto para Lisboa? Um modelo de cidade? Não.

É apenas uma união pela negativa. É uma coligação anti-Santana. Ponto. Heis o projecto que estes "notáveis" têm para oferecer a Lisboa.
Convenhamos que é pouco, muito pouco mesmo!

O pormenor dos lugaresinhos nas listas, se é 2º ou 3º, com ou sem Vice-Presidência traduz bem o espírito da coisa.

Neste desespero em que vive a esquerda alfacinha perante a hipótese da derrota, salva-se uma força política. Coerente com os seus actos e atitudes, não embarca em uniões nacionais, e vai a votos sózinho e de consciência tranquila. Sem engolir o que andou a dizer no passado e sem atacar quem antes levava ao colo. Falo obviamente do PCP.

03 julho 2009

Hino de Campanha Lisboa com sentido

Aos pares...

Depois de fazer o gesto a simular um par de cornos, Manuel Pinho recebeu um par de patins...

Já vai tarde, mas mais vale tarde que nunca!

Portugal ficou a ganhar. Este foi dos debates mais produtivos do Parlamento...

02 julho 2009

Nova Esperança...Com sentido!

Regresso hoje à escrita neste blog, após um longo período de silêncio.
Decidi fazê-lo hoje, após a apresentação da candidatura de Pedro Santana Lopes à CML.
No dia 1 de Julho começou, oficialmente, um novo ciclo na política alfacinha.
Um ciclo que terminará com a eleição de Santana como Presidente no próximo dia 11 de Outubro.
Um ciclo que trará uma "Nova Esperança" a Lisboa.
Até já...

01 julho 2009

CHUMBADA A VENDA DE PALÁCIOS

Ontem, na sessão da Assembleia Municipal, o PSD, entre outras forças políticas, votou contra a venda de dois palácios (Atalaia e Benagazil), pondo termo ao projecto "Lisboa, capital do charme", que António Costa apregoara com tanto ênfase. Valeu a pena a luta iniciada em Janeiro contra a venda destes imóveis, inicialmente na Comissão da Assembleia que presido para, agora ser extensiva à maioria dos deputados e assim não permitir uma alienação que enfraquece o património classificado da capital. Há outras formas de rentabilização do mesmo, como sempre defendi, que não passa exclusivamente pela sua alienação, salvaguardando-se um domínio colectivo que importa acautelar.

26 junho 2009

VENDA DE PALÁCIOS EM LISBOA - II

Lança a CML nova investida na venda de palácios de Lisboa, na tentativa de recuperar o programa "Lisboa capital do charme". Para dia 30 na AML está agendada a venda de mais dois, o da rua da Atalaia e o Benagazil, já nossos conhecidos e que anteriormente foram adiados devido à oposição que a Comissão de Reabilitação, a que presido, marcou a necessária posição. Ora em reunião de 19/6 a Comissão manteve maioritariamente a posição, ou seja desaconselhar a venda de tais imóveis, pois nem a presença do vereador das Finanças convenceu-nos do contrário.
Mantivemos as condições para que a CML não aliene património municipal classificado e histórico, cabe ao plenário, terça - feira completar a decisão, por nós esta já está tomada.

25 maio 2009

O FALHANÇO DA REABILITAÇÃO URBANA DE ANTÓNIO COSTA

Reproduzo aqui o artigo que hoje publiquei no Diário Económico sobre esta realidade:
"A (IN)REABILITAÇÃO URBANA DE ANTÓNIO COSTA
A reabilitação urbana tornou-se sinónimo de gestão racional e eficaz de cidade, não só pela preservação do edificado e espaço público - defesa de memória colectiva - como também instrumento económico de oportunidades e de negócio. Claro que a construção ex novo é mais rápida, mas tem limites, não só de espaço (política de solos), como capacidade de absorção pelo mercado e, a longo prazo, implica reabilitação.
Lisboa possui um edificado diferenciado, necessitando de reabilitação consistente e coerente, que o actual executivo não soube fazer, pois:
1º No plano orgânico-institucional a indefinição do modelo foi uma constante, pois extinguiu duas SRU`s (Oriental e Baixa), invocando o insuficiente trabalho dos respectivos gestores. Ora confundir o desempenho de titulares de órgãos sociais com a razão de ser dessas mesmas entidades, denota não só uma total ausência estratégica, como um argumentário demagógico.
2º A concepção de acção estratégica para a habitação – Programa Local de Habitação – em que a reabilitação é um instrumento, foi desenvolvido em outsorcing político, onde António Costa preferiu celebrar um “contrato político” com o movimento de Helena Roseta, a desenvolver por si tal Programa. Demonstrado ficou, ou que não tinha uma estratégia para esse desafio, ou a tê-la preferiu subordiná-la a um eventual entendimento político-eleitoral no futuro.
3º As iniciativas de reabilitação, algumas meritórias (projectos na Baixa), foram apresentadas de forma descontínua com outros projectos, estes propagandeados precipitadamente (Hotéis de Charme), denotando um grande casuísmo e improvisação nas medidas a desenvolver.
4º Os instrumentos de incentivo financeiro e fiscal tardam e revelam uma total falta de inovação, pois no primeiro caso recorre-se ao esgotado conceito de empréstimo bancário, e no segundo, relativamente ao zonamento de benefícios fiscais da cidade, limitou-se à conversão das Áreas Críticas de Recuperação e Reconversão Urbana com mais de uma década de existência.
Se de António Costa ficámos com uma noção da sua visão sobre a (in)reabilitação urbana na capital, importará conhecer os propósitos dos demais candidatos, em especial Santana Lopes, pois apresenta-se como a principal alternativa para a presidência da capital. Assim, para além do que em tempo lançou, tem que inovar, equacionando uma ligação estreita entre reabilitação/arrendamento, servindo a CML de “avalista” para a redinamização desse mesmo arrendamento. Isto porque nalguns casos esse arrendamento tem fins sociais, satisfazendo carências habitacionais, mas simultaneamente libertando o investimento na clássica habitação social a qual, a médio prazo, implica uma intervenção generalizada de reabilitação e questões sociais e de segurança a emergir.
Deverá surgir pois um “cheque-casa” não só de apoio social, mas também para o segmento jovem, em especial já com famílias constituídas, o que permite uma maior disseminação pela cidade e uma revitalização efectiva da mesma, consequente com a oportunidade de negócio e de formação para pequenas empresas de construção civil, integradas numa “certificação camarária”, facto importante na actual crise.
A CML não se pode demitir de regulador e incentivador de reabilitação relativamente a destinatários de outros sectores económicos, designadamente empreendimentos turísticos, restauração e demais empresas, sempre que as condições o permitem, deve existir um incentivo/penalização para as situações que optem ou não pela reabilitação.
Estas devem ser algumas preocupações de Santana Lopes para demonstrar que o que lançou em 2002 não foram iniciativas avulsas mas tem uma estratégia consistente para a reabilitação urbana, contrariamente ao executivo de António Costa que ao não clarificar e inovar, lançou a (in)reabilitação na capital, beneficiando apenas da iniciativa concebida por Helena Roseta.

PEDRO PORTUGAL GASPAR (Mestre em Ciências Jurídico-Políticas FDUL, Docente Universitário)".

21 maio 2009

2 413 844,00 €

Este foi o valor pelo qual foi alienado o Palácio Braancamp, antiga sede dos serviços sociais da CML, na hasta pública de 19/5, na qual participaram 3 concorrentes. Ora António Costa ficou muito satisfeito com a valorização de 1/3 relativamente ao valor base da licitação, assegurando que há mercado para o "Lisboa com Charme", isto é o projecto de hóteis de charme para Lisboa, sobre o qual a comissão que presido na Assembleia Municipal (Habitação e Reabilitação Urbana) deu, em tempo, um fundamentado chumbo.
Este resultado só confirma a nossa posição sobre este projecto, isto é se a CML tem colocado à venda, como queria, em simultâneo os 6 palácios, qual a majoração sobre a base de licitação? Com a afluência de candidatos, note-se 3, para os ditos 6 palácios, não parece difícil fazerem-se as respectivas contas.
Esta venda optimizou ao máximo o que poderia ser rentabilizado, não só porque a oferta era inferior à procura, porque o Palácio Braancamp apresentava a melhor situação/preço e porque neste mandato já não haverá espaço para mais nenhuma venda e não se sabe que opções ocorrerão a seguir às eleições.
Neste caso, ao contrário de António Costa, a nossa opinião é bem diferente, confirmou-se o vaticínio que para obter tal receita não era necessária esta venda e, obviamente, muito menos as outras que ele queria realizar

08 abril 2009

QUAL O PENSAMENTO POLÍTICO DE sÓCRATES?

Reproduzo o artigo que hoje publiquei no "Diário Económico", na tentativa de interpretar o pensamento político de Sócrates, o actual, não o clássico, claro:
"SÓCRATES CONTRA MONTESQUIEU
No final do primeiro trimestre deste ano ocorreram dois eventos relativos ao PS, significativos para o futuro político nacional próximo, a saber o Congresso Partidário e o 4º aniversário da vitória eleitoral de 2005.
Relativamente à última questão - balanço da acção governativa - muito tem-se escrito, obviamente com apreciações diferentes, mas quase todas consensuais em que o país não evoluiu, distanciando-se mesmo da Europa Comunitária durante este período governativo. Assim, não obstante a existência de uma maioria absoluta, as reformas estruturais na sua maioria falharam, normalmente porque conduzidas de forma autoritária e sem envolvimento dos profissionais dos sectores (v.g. justiça, ensino), denotando uma inexistente perspectiva de política-gestionária, confundindo-a aliás com uma noção básica e já datada de política-autoritária, não existindo aliás esta quando deveria surgir, designadamente em matéria de segurança pública.
Logo não é de estranhar a situação em que o país se encontra, sendo necessárias soluções para ultrapassar o impasse, daí a relevância do Congresso do PS, como forma de alavancar uma dinâmica de vitória com vista a nova maioria absoluta. Deste evento conclui-se, como se não fosse já sabido, que quando não há matéria não há forma que o disfarce, isto é, o decorativo e o acessório nunca suprimem a essência, mesmo em tempos, como os actuais, de política-espectáculo, pois quando passa o efeito mediático nada fica para o debate. Com efeito, eleger o casamento entre homossexuais e a regionalização como grandes desafios programáticos, revela uma falta de ambição e originalidade, pois não só é um requentar temático, como denota uma tentativa de liderança fracturante que se encontra nos antípodas das preocupações dos portugueses.
Assim percebe-se porque Cravinho e Alegre se afastaram de tal conclave, não só porque não se identificam com as opções tomadas, como temem, muito à semelhança do que se passou com o PSD de Cavaco, que quando o leader sair, ao tempo Cavaco no PSD, hoje Sócrates no PS, o partido ande numa deriva absoluta, demore vários anos a encontrar-se e a surgir como alternativa credível. Claro que Alegre ambiciona águas mais vastas, a designada “grande esquerda”, eventualmente uma neo-Frente Republicana e Socialista, ou mesmo a certeza de construir uma efectiva FRS e não uma experiência efémera e precipitada, como Soares o fez ao tempo, para combater a AD de Sá Carneiro.
Mas do Congresso, relativamente ao episódio Freeport, surgiu um elemento interessante, revelador de uma concepção política de Sócrates oposta a Montesquieu, precisamente quando assumiu que o voto popular seria suficiente para eliminar as dúvidas que tal processo pudesse encerrar em si. Ora admitir isto, ou perspectivar tal solução, equivale a negar o princípio da separação de poderes, principalmente daquele que constitui o último garante e esperança na construção de um Estado de Direito, precisamente o poder judicial. Claro que Sócrates deverá ter querido apenas dar um sinal de resposta política ao que, no seu entender, tem constituído um aproveitamento ou insinuação política de uma matéria que para ele se encontra completamente resolvida e ultrapassada.
O ataque e antecipação constituem duas importantes qualidades, tanto na política, como na liderança gestionária, mas subsequentemente importa avaliar a motivação e pensamento subjacente. Neste caso Sócrates revelou não ser um apreciador de Montesquieu, dir-se-ia mesmo que seu opositor, ficando-se sem saber que doutrina professa, possivelmente a de Locke, que também defendia a separação de poderes, mas apenas reconhecia dois, recorde-se o legislativo e o executivo. Mas então que dizer deste pensamento em situações, como a actual, quando o executivo pede maioria absoluta em sede legislativa e simultaneamente sugere o plebiscito de certas questões judiciais?
(PEDRO PORTUGAL GASPAR, Mestre em Ciências Jurídico-Políticas FDUL, Docente Universitário).".

02 abril 2009

LISBOA COM MENOS CHARME

Terminou, para já, a estratégia de alienação dos palácios integrados no património municipal e destinados aos hóteis de charme. Assim, da proposta inicial de 6, a qual foi chumbada pela Comissão que presido na Assembleia Municipal, assistimos à cisão da mesma em 5 propostas autónomas, só tendo sido levada à votação e aprovada a alienação do Palácio Braancamp, ao Princípe Real. Salvaram-se 5 e perdeu-se 1, mas fica naturalmente a certeza que o projecto de António Costa "Lisboa com Charme" ficou com menos charme, ou mesmo comprometido. Então é de questionar porque se procedeu a esta alienação isolada? Concerteza que ao não constituir bandeira do projecto, pois não pode haver projecto quando se recua de 6 para 1, tratou-se apenas de uma alienação para obtenção de receita, mas a menos de 2 milhões de euros o valor base de licitação também não parece que seja uma grande receita, mas no meio disto vendeu-se um palácio...