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03 julho 2009
10 novembro 2008
31 outubro 2008
Petição Terminal de Alcântara
A ampliação da capacidade do terminal de contentores de Alcântara que o Governo inoportunamente se propõe levar por diante implicará a criação de uma muralha com cerca de 1,5 quilómetros com 12 a 15 metros de altura entre a Cidade de Lisboa e o Rio Tejo.
A zona de Alcântara estará sujeita a obras durante um período previsto de 6 anos, impossibilitando assim a população de aceder ao rio pelas “Docas”, levando ao fecho de toda a actividade lúdica desta zona, pondo em risco 700 postos de trabalho.
Os terminais de contentores existentes nos portos de Portugal no final de 2006 tinham o dobro da capacidade necessária para satisfazer a procura do mercado.
O Tribunal de Contas em relatório de Setembro de 2007 sublinhava que a Administração do Porto de Lisboa (APL) é líder no movimento de carga contentorizada em Portugal, e apresenta desafogadas capacidades instaladas e disponíveis, para fazer face a eventuais crescimentos do movimento de contentores.
A prorrogação da concessão do terminal de contentores de Alcântara até 2042 que o Governo pretende concretizar com o Decreto-Lei n.º 188/2008, de 23 de Setembro, e que prevê a triplicação da sua capacidade afigura-se assim completamente incompreensível, desnecessária, e inaceitável para mais sem concurso público.
Apesar da lei prever 30 anos para a duração máxima das concessões, com esta prorrogação a duração desta concessão será na prática, de 57 anos, o que, tal como o Tribunal de Contas sublinha, impede os benefícios da livre concorrência por encerrar o mercado por períodos de tempo excessivamente longos.
Com esta decisão do Governo perde a Cidade de Lisboa, perdem os cofres públicos, perde o sistema portuário nacional, no fundo perdem os portugueses.
Em face do exposto, os abaixo-assinados vêm pelo presente meio solicitar à Assembleia da República que sejam tomadas as medidas necessárias para impedir este atentado estético e económico contra o País, contra Lisboa e contra os seus cidadãos, revogando o DL n.º 188/2008, de 23 de Setembro.
A zona de Alcântara estará sujeita a obras durante um período previsto de 6 anos, impossibilitando assim a população de aceder ao rio pelas “Docas”, levando ao fecho de toda a actividade lúdica desta zona, pondo em risco 700 postos de trabalho.
Os terminais de contentores existentes nos portos de Portugal no final de 2006 tinham o dobro da capacidade necessária para satisfazer a procura do mercado.
O Tribunal de Contas em relatório de Setembro de 2007 sublinhava que a Administração do Porto de Lisboa (APL) é líder no movimento de carga contentorizada em Portugal, e apresenta desafogadas capacidades instaladas e disponíveis, para fazer face a eventuais crescimentos do movimento de contentores.
A prorrogação da concessão do terminal de contentores de Alcântara até 2042 que o Governo pretende concretizar com o Decreto-Lei n.º 188/2008, de 23 de Setembro, e que prevê a triplicação da sua capacidade afigura-se assim completamente incompreensível, desnecessária, e inaceitável para mais sem concurso público.
Apesar da lei prever 30 anos para a duração máxima das concessões, com esta prorrogação a duração desta concessão será na prática, de 57 anos, o que, tal como o Tribunal de Contas sublinha, impede os benefícios da livre concorrência por encerrar o mercado por períodos de tempo excessivamente longos.
Com esta decisão do Governo perde a Cidade de Lisboa, perdem os cofres públicos, perde o sistema portuário nacional, no fundo perdem os portugueses.
Em face do exposto, os abaixo-assinados vêm pelo presente meio solicitar à Assembleia da República que sejam tomadas as medidas necessárias para impedir este atentado estético e económico contra o País, contra Lisboa e contra os seus cidadãos, revogando o DL n.º 188/2008, de 23 de Setembro.
Lisboa 27 de Outubro de 2008
Pode assinar aqui.
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 18:06 0 crónicas
Marcadores: Democracia, Governo, Lisboa
04 abril 2008
Execrável !
Esta foi uma das palavras que me veio à cabeça. Mas houve outras: nojento, revoltante, palhaçada, lamentável, etc. E ainda houve mais, mas que por uma questão de educação não as escrevo.
Estou a falar de uma reportagem que o canal Al Jazeera passou recentemente a propósito de Lisboa. Já me tinham falado nela, mas só recentemente tive a oportunidade de a ver através do Youtube.
Trata-se de uma peça que descreve Lisboa como uma cidade totalmente corrompida e abandonada à sua sorte, com o seu património edificado a cair aos bocados enquanto alguns andam a fazer negociatas em benefício próprio. E no meio disto quem aparece como o salvador da pátria? O grande justiceiro dos tempos modernos? O sr vereador Sá Fernandes, claro está!
O homem que, segundo a peça, é um verdadeiro herói anti-corrupção, uma espécie de Robin dos Bosques alfacinha. Aliás toda a peça é uma vergonhosa auto-promoção do senhor e do seu irmão. Aparecem como sendo os únicos cidadãos de bem, contra tudo e todos.
É absolutamente lamentável que um eleito local arrase desta forma a imagem da sua cidade. É execrável que o faça numa descarada campanha de auto-promoção. O dever do vereador Sá Fernandes, é o de proteger a cidade, de a enaltecer nos meios internacionais, com vista a promover o turismo, o seu património, as características que fazem dela uma cidade ímpar no conjunto das capitais europeias. Enfim, proteger o seu bom nome nos meios internacionais, que nada devem ter a haver com as tricas políticas domésticas.
Mas não, o vereador Sá Fernandes fez tudo ao contrário. Procurou mostrar uma imagem decadente de Lisboa em que ele, supostamente, é o único a tentar combatê-la. A sua vaidade pessoal ultrapassou, neste caso, todos os limites.
Para ter uns minutitos de fama num canal de televisão, o sr vereador causou um dano gigantesco na imagem internacional de Lisboa.
Bem sabemos que ele, agora que integra o Governo da cidade, não pode andar aí a aparecer todos os dias, como o fazia antigamente, e a pôr tudo em tribunal. Mas devia-se ter lembrado disso antes de aceitar o convite...
Este comportamento do vereador Sá Fernandes é no minimo merecedor de uma moção de censura na Assembleia Municipal! Censura por danos morais causados à cidade que ele tem a obrigação de proteger... À cidade que ao fim e ao cabo é de todos nós...
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 18:10 6 crónicas
Marcadores: Lisboa, Sá Fernandes
25 dezembro 2007
14 dezembro 2007
Primeiro Aniversário
Pois é, já lá vai um ano de Crónicas Alfacinhas! Foi no dia 14 de Dezembro que tudo começou. Se quiser, pode reler aqui.
É pois tempo de balanços.
Este Blog nasceu numa altura muito conturbada na Câmara de Lisboa, então presidida pelo PSD. Estávamos nos primeiros dias de uma telenovela na qual era fácil de perceber que não ia haver um "final feliz".
Para essa fatalidade alertámos tantas e tantas vezes aqui, mas quem então mandava não queria nem ouvir, antes preferindo tentar silenciar-nos. Das ameaças em comentários aos posts à possibilidade de processos disciplinares aos seus autores, houve de tudo.
Felizmente esses tempos já lá vão, e nós cá continuamos. Livres como sempre, opinando e dando a cara numa postura de seriedade e de frontalidade.
Por tudo o que já passámos, este Blog é já também um símbolo de coragem e resistência a um tempo findo que assombrou o PSD/Lisboa.
Apesar das adversidades, o Crónicas Alfacinhas vingou e fez o seu caminho.
Basta ver por exemplo o contador de visitas: 18 112 em 12 meses. Devo dizer que superou as nossas melhores expectativas. São mais de 1500 por mês.
Mas a esta variável quantitativa podemos ainda somar a qualitativa.
Entre os nossos leitores encontramos:
Ex-Presidentes da CML, vereadores e ex-vereadores, deputados municipais desde o CDS ao Bloco de Esquerda, deputados à Assembleia da República, assessores do Governo, membros de distritais, secções e concelhias, funcionários e quadros da CML, jornalistas de rádios e jornais que acompanham a actividade política lisboeta, autarcas de outros municípios, etc, etc.
A todos eles queria aqui deixar uma palavra de agradecimento. Penso que podemos afirmar que o Crónicas Alfacinhas já conquistou o seu espaço e é hoje uma realidade da política lisboeta.
Dito isto, só falta esclarecer que este post não é um adeus. Muito pelo contrário!
Muitos combates há ainda para travar em Lisboa, e nós cá estaremos para a luta. Sempre a bem da nossa cidade e do nosso PSD.
Sempre livres e dando a cara porque é assim que se deve fazer política.
Saudações Alfacinhas.
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 23:01 5 crónicas
02 junho 2007
João Soares contra a OTA
«O aeroporto na Ota é um disparate total pois a Portela ainda não está esgotada. Uma decisão nesse sentido vai ser prejudicial para a margem sul que vai pagar cara a asneira em 20 ou 30 anos», disse o actual vereador na oposição na Câmara de Sintra, durante uma conferência sobre a inserção do Barreiro no contexto da Área Metropolitana de Lisboa, organizada pelo PS local.
João Soares garantiu que a Portela ainda tem potencialidades para ser exploradas, nomeadamente o espaço ocupado pela Força Aérea e a zona de Figo Maduro, considerando que a base aérea do Montijo seria um bom complemento ao actual aeroporto.
«Nunca estiveram em Portugal mais do que dois ou três aviões em espera para aterrar. O problema está no funcionamento da aerogare. com dificuldades na saída dos passageiros e na recepção das bagagens», considerou. In Sol
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 02:33 0 crónicas
27 maio 2007
15 maio 2007
Um semestre...
Fez ontem 6 meses que nasceu o “Crónicas Alfacinhas”.
Foram 6 meses, 100 posts, e perto de 8.000 visitas. Um resultado que superou claramente as nossas expectativas quando iniciámos este projecto.
Ao longo destes 6 meses, procurámos dar a nossa opinião e analisar politicamente o que se passava na Câmara, na Assembleia Municipal e na Cidade.
Aqui alertámos, diversas vezes, para factos e comportamentos que nos pareciam errados e perigosos.
Aqui denunciámos factos e comportamentos que em nada beneficiaram a gestão municipal.
Aqui avisámos para caminhos que se estavam a trilhar e que nos conduziriam a lado nenhum.
Aqui dissemos que corríamos seriamente o risco de, de uma “Lisboa para todos”, chegarmos a uma “Lisboa para nenhuns”.
Aqui também fomos atacados, insultados e até ameaçados, pelo que se impôs a activação da moderação de comentários. O objectivo era claro: remeter-nos ao silêncio e por aí fazer-nos cúmplices de atitudes nas quais não nos revíamos, e cujo resultado está hoje à vista de todos.
Lisboa iniciará brevemente um novo ciclo, e nós cá continuaremos a dar a nossa opinião e o nosso contributo.
A todos os nossos leitores e comentadores, aqui ficam também os nossos agradecimentos.
Foram 6 meses, 100 posts, e perto de 8.000 visitas. Um resultado que superou claramente as nossas expectativas quando iniciámos este projecto.
Ao longo destes 6 meses, procurámos dar a nossa opinião e analisar politicamente o que se passava na Câmara, na Assembleia Municipal e na Cidade.
Aqui alertámos, diversas vezes, para factos e comportamentos que nos pareciam errados e perigosos.
Aqui denunciámos factos e comportamentos que em nada beneficiaram a gestão municipal.
Aqui avisámos para caminhos que se estavam a trilhar e que nos conduziriam a lado nenhum.
Aqui dissemos que corríamos seriamente o risco de, de uma “Lisboa para todos”, chegarmos a uma “Lisboa para nenhuns”.
Aqui também fomos atacados, insultados e até ameaçados, pelo que se impôs a activação da moderação de comentários. O objectivo era claro: remeter-nos ao silêncio e por aí fazer-nos cúmplices de atitudes nas quais não nos revíamos, e cujo resultado está hoje à vista de todos.
Lisboa iniciará brevemente um novo ciclo, e nós cá continuaremos a dar a nossa opinião e o nosso contributo.
A todos os nossos leitores e comentadores, aqui ficam também os nossos agradecimentos.
Por Rodrigo Mello Gonçalves às 22:35 3 crónicas
Marcadores: Lisboa
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