11 novembro 2007

Distrital VII

Gostava de ter votado nas ultimas eleições para a Distrital de Lisboa da mesma forma que votei em 2007 : Carlos Carreiras para a Comissão Política , Helena Lopes da Costa para a Mesa da Assembleia.Ou o inverso, também era possivel. Esta "dupla" era imbativel em 2008. E era a única que teria permitido , de uma vez por todas , que o PSD enfrentasse as autárquicas de 2009 sem os rostos da derrota de Lisboa. Mas, assim não aconteceu. Viram-se adversários onde havia pensamento livre , inimigos em amizades verdadeiras , opositores em conciliadores. Perdeu-se a noção, essencial em Política, de quem era o "nós" e os "outros". E perdeu-se , por isso, uma oportunidade única de revitalizar o Partido em Lisboa. Mas, pensemos positivo para poder ganhar. E para isso o Partido tem de contar com todos. E com a Helena, obviamente. Com a sua combatividade e dedicação. Não concebo o PSD sem ela. Confio no Carlos para a trazer para novos e vitoriosos combates. Confio no Carlos para uma luta sem tréguas ao PS. Confio no Carlos. Ponto.

10 novembro 2007

QUE DISTRITAL DE LISBOA?

Realizada que foi a eleição para a Distrital de Lisboa, já aqui noticiada pelo companheiro Rodrigo Mello Gonçalves, importa naturalmente analisar e tentar perspectivar o respectivo resultado. Desde logo e, antes de tudo, expressar uma palavra de parabéns e felicidades para os vencedores, assim como uma palavra de reconhecimento aos vencidos, pois todos quiseram e puderam participar numa pugna que engradeceu o PSD/LISBOA.
Não deixa de ser curioso e mesmo paradoxal que o sector ligado à última gestão do PSD na Câmara Municipal de Lisboa tenha saído vencedor deste confronto, ou pelo menos tenha-se integrado e contribuído decisivamente para a vitória de Carlos Carreiras, razão pela qual considero pertinente colocar as seguintes questões:
1ª - Lisboa concelho, em especial o que se passa na sua Câmara, não determina o destino político do distrito?
2ª - Será que os militantes do PSD têm uma posição diferente dos eleitores lisboetas, isto é não valorizaram da mesma forma a responsabilidade pela queda da Câmara?
3ª - As responsabilidades pela gestão do dossier de Lisboa já foram assacadas e pagas politicamente por Marques Mendes e Paula Teixeira da Cruz, pelo que os demais elementos, embora ao tempo vereadores, eram politicamente subordinados e dependentes pelo que já não têm que assumir quaisquer responsabilidades?
4ª - A candidatura vencida não soube capitalizar e valorizar devidamente tal fenómeno, em especial porque a sua mensagem política não absorveu convenientemente tal questão, isto é limitou-se a uma responsabilização pela responsabilização, não perspectivando uma alternativa?
5ª - Será que o voto está praticamente massificado pelo que a contabilidade apriorística quase define os resultados, pois praticamente já não existe voto livre dos militantes anónimos?
A resposta correcta variará de sujeito para sujeito, consoante a sua visão deste problema, mas obviamente que não será de excluir a conjugação de várias questões, naturalmente com ponderações diferenciadas.
Mas o importante agora é iniciar o trabalho político do PSD em Lisboa, pelo que a distrital será, em última análise, o que todos os militantes queiram que a mesma seja...

09 novembro 2007

Distrital de Lisboa VI

A nova equipa:
Aos eleitos, aqui ficam os parabéns e os sinceros votos de bom trabalho e de sucesso.

Muito há para fazer para reerguer o PSD no Distrito de Lisboa!


Distrital de Lisboa V

Os resultados:

Inscritos: 12529

Mesa da Assembleia:
Votantes: 5619

Lista A: 2969
Lista H: 2522
Brancos: 80
Nulos: 48

Comissão Política:
Votantes: 5615

Lista A: 2977
Lista H: 2512
Brancos: 86
Nulos: 40

Conselho de Jurisdição:
Votantes: 5617

Lista A: 2954
Lista H: 2538
Brancos: 86
Nulos: 39

08 novembro 2007

Distrital de Lisboa IV

Pedro Santana Lopes e Manuela Ferreira Leite apoiam Helena Lopes da Costa.

Pode ver aqui.

06 novembro 2007

Distrital de Lisboa III

Daqui a 2 dias teremos eleições para a Distrital. Nestas eleições não poderei votar, pela simples circunstância de não estar em Lisboa nesse dia.

No entanto, tal não me impede de anunciar publicamente o meu apoio.

Nas últimas eleições apoiei a candidatura de Carlos Carreiras. Nessa altura perdemos por pouco para Paula Teixeira da Cruz.

Depois de uma actuação desastrosa da ainda Distrital de Lisboa, cuja pérola foi a entrega da Câmara de Lisboa, de mão beijada, ao PS, impõe-se uma mudança séria neste órgão político do PSD.
Uma mudança de posturas, de protagonistas, de práticas. À semelhança aliás do que aconteceu no partido nas recentes eleições directas.

Lisboa precisa de um novo ciclo laranja, e esse novo ciclo não pode e não deve ser protagonizado por aqueles que nos últimos tempos estiveram “em palco” e contribuíram decisivamente para que, por exemplo, o PSD tivesse 15% nas últimas eleições alfacinhas.
Lisboa precisa de um novo ciclo, em que os seus protagonistas não sejam os responsáveis e as caras da derrota das intercalares de Lisboa.

Pessoalmente, nada me move contra nenhuma das listas. Tenho aliás bons amigos e pessoas que muito considero nas 2 candidaturas.

Politicamente, o meu apoio só pode ser um. Em coerência aliás com aquilo que tenho dito e escrito aqui ao longo dos tempos.

Declaro pois o meu apoio público à Helena Lopes da Costa e à candidatura Voltar a Ganhar!

DISTRITAL DE LISBOA

Aproxima-se o acto eleitoral para a distrital de Lisboa do PSD, já no próximo dia 8, no qual naturalmente participarei, exercendo o meu direito de voto. Comentou-se, tal como com o meu companheiro Henrique Freitas, um posicionamento certo da minha parte em determinado campo mas, publicadas que estão as listas, certo é verificar que tais prognósticos não se verificaram. Como de costume a cenarização apriorística e ligeira é uma constante, os juízos liminares são fáceis de fazer, quando afinal os mesmos não contêm a necessária densificação.
O calendário não foi possivelmente o mais favorável a esta eleição, nomeadamente para a mobilização do eleitorado, pois a sequência das directas e Congresso traz obviamente algum desgaste aos eleitores laranjas, muitos deles com níveis de participação reduzida.
Listas perfeitas não existem, por isso a conjugação de diversas variáveis têm que ser equacionadas, facto que os eleitores têm que ter presente no momento da sua decisão. Mais do que a célebre questão de lugares o desafio para esta distrital é enorme, uma vez que se torna vital um quadro de referência programática e acção política concertada na área metropolitana de Lisboa onde, sem a esgotar, a distrital de Lisboa tem um papel fundamental no combate ao PS. Esse sim o nosso principal adversário, muitas vezes esquecido por uma balcanização que temos vivido nos últimos tempos no distrito de Lisboa, no qual se têm consumido muitas energias com um esquecimento total do nosso principal objectivo. Até ao trabalho político a partir do dia 9.

Distrital de Lisboa II

As eleições aproximam-se. Espero ainda hoje ter tempo de publicar aqui a minha opinião sobre estas eleições.

03 novembro 2007

O Tratado de Lisboa


Mais uma vez retirado daqui

01 novembro 2007

Distrital de Lisboa

Dia 8 de Novembro irei votar nas eleições da distrital de Lisboa. É um dever de todos os militantes e , por isso, meu. E irei votar sem atropelos à minha consciência ou ao meu trajecto político. E mais não digo. Para os que antecipadamente comentaram o meu posicionamento, sem saber qual ele era, aqui o têm para meu gozo e vosso "mea culpa"... Até dia 9.

29 outubro 2007

Sondagens...

Diversas vezes publiquei aqui os resultados do Barómetro TSF/DN.


Não foi com alegria que o fiz, atendendo aos resultados desastrosos que nele tínhamos.

Mas desta vez tenho de confessar que é com enorme satisfação que publico os resultados do último barómetro. Não que sejam estes os resultados que desejo, mas é um sinal importante que as coisas vão mudar. E este é apenas o primeiro sinal! Aguardemos os próximos.


"Barómetro DN/TSF dá PS e PSD separados por apenas um ponto.

PS e PSD surgem em Outubro separados por apenas um ponto nas intenções de voto dos portugueses, um empate técnico, o pior resultado do partido do governo nos últimos dois anos, segundo uma sondagem hoje divulgada.

Para que este resultado fosse possível, o PSD conseguiu uma subida de oito pontos percentuais, num estudo realizado após a eleição de Luís Filipe Menezes como presidente do partido, enquanto o PS caiu quase cinco pontos.

Dados do barómetro DN/TSF/Marketest indicam que os socialistas registam 36,9 por cento das intenções de voto, enquanto o PSD recolhe 35,9, naquele que é quase o seu melhor resultado dos últimos dois anos.

Para encontrar os dois partidos tão próximos como nesta sondagem, realizada na semana da mega manifestação no Parque das Nações, é preciso recuar até 2005." in RTP

25 outubro 2007

Distrital de Lisboa I

Muito se tem dito e escrito na blogoesfera sobre as próximas eleições para a Distrital de Lisboa.
Vários foram também os comentários deixados neste blog e que têm como premissa o alinhamento dos seus autores com uma ou outra candidatura.
Como nada dissemos e escrevemos sobre o assunto até agora, nenhum comentário foi autorizado.
Mas brevemente, muito brevemente, abordaremos este assunto...

18 outubro 2007

Democracia em Portugal

15 outubro 2007

Coerências...

Paula Teixeira da Cruz foi ao congresso com o estatuto de participante e prometeu fazer parte da unidade desde que seja permitida “uma leal divergência”. in correio da manhã.

Então não tinha havido uma derrota das causas, dos princípios e dos valores?

11 outubro 2007

Lisboa Out


A Moda Lisboa já não é em Lisboa, é em Cascais.

Após diversos anos e edições este importante evento cultural do mundo da moda, trazido por João Soares, continuado e apoiado por Santana Lopes e Carmona Rodrigues, abandonou o palco alfacinha.

Que Cascais está há muito na moda, penso que ninguém tinha dúvidas.

Mas e o novo executivo PS/BE? Será que apenas 2 meses e pouco depois de tomar posse já deixou de estar na moda?

A ver vamos…

07 outubro 2007

Boa noite Professor

O Prof. Marcelo utilizou hoje o seu “tempo de antena” no canal 1 para responder a uma série de críticas que lhe foram dirigidas ao longo desta semana.

Não deixa de ser curioso como é que, numa estação de televisão pública, haja alguém que disponha de um programa em prime-time para fazer política a seu bel prazer. O programa de hoje, à semelhança de outros aliás, não foi de comentário político. Foi para defesa e ataques políticos a companheiros de partido. Foi para ajustes de contas internos. Foi para fomentar a intriga e a divisão no pré-congresso, numa tentativa óbvia de enfraquecer o recém eleito líder do PSD.
Tudo isto à custa do dinheiro dos contribuintes. Os do PSD e os outros!

Mas o mais extraordinário foi ouvir o prof dizer que esta tinha sido uma semana perdida no ataque ao Governo por parte do PSD. Que aqueles que o tinham atacado tinham era que se concentrar no ataque ao PS.

Quer dizer, o homem passa 45 minutos na televisão a atacar militantes do PSD, e quando estes lhe respondem, são criticados outra vez pois deviam era estar preocupados em atacar o PS. E esta hein?

E que tal o exemplo partir de si prof? Em vez de perder tanto tempo a atacar os militantes do PSD porque não critica a acção do governo socialista? De vez em quando ficava-lhe bem!

Ah, e as desculpas para não ir ao Congresso, essas, não pegam!

É que é muito fácil atacar pessoas na televisão, quando não há contraditório. Já num congresso…

Olhe, se ainda não recuperou da noite das directas, sugiro-lhe outro mergulho no Tejo! Talvez lhe refresque as ideias…

05 outubro 2007

PRAÇA DO COMÉRCIO

Ao aproximar-se mais um fim-de-semana ocorre mais uma jornada pedonal e de lazer na Praça do Comércio, também ainda conhecida como Terreiro do Paço, constituindo um primeiro marco da gestão António Costa na capital.
Mas sobre isso veja-se a Moção que apresentei na Assembleia Municipal, a 2005/12/20, mais propriamente a Moção nº 2 dessa sessão, aprovada por unanimidade (pág. 57 da acta correspondente, nº 3), cujo segundo ponto deliberativo diz: "Recomendar ao Executivo, a importância e necessidade de uma definição política de actuação para a Praça do Comércio, como um desiderato do actual mandato da C.M.L., por forma a valorizar tão importante espaço público.".
O repto político já estava lançado, por meu impulso, em particular do PSD e em geral de toda a Assembleia, pelo que o Executivo não fez mais do que vir a terreiro iniciar a resposta a tal deliberação da Assembleia Municipal. Mas engane-se o Drº António Costa se pensa que com tal medida de animação domingueira, ainda que positiva, deu resposta à definição política que se exige e reinvindica para uma das praças mais bonitas da Europa.
Não, é curto. Aliás faz lembrar as iniciativas, também domingueiras, de João Soares que foi colocar os lisboetas de patins e bicicletas ao longo da Av. da Liberdade, vindo de seguida a sair de "patins" da presidência da Câmara. Pode então significar que António Costa, apanhando a embalagem da Praça do Comércio, vá borda fora, eventualmente mais cedo do que se pensa.
Por nós, depois de ultrapassada a "tralha mendista", portanto já livres da perseguição e balcanização, tudo faremos, nomeadamente colhendo as sementes que pudemos semear, de que é exemplo esta Moção, para iniciar o combate à actual gestão camarária e devolvê-la ao verdadeiro PPD/PSD. Vamos a isso!

29 setembro 2007

28 de Setembro: O PSD foi devolvido aos militantes!

VITÓRIA ...LISBOA

Terminaram as eleições directas do PSD, onde saiu vitoriosa a candidatura da tolerância e da alma militante do PPD/PSD. É tempo de unir e não de dividir, é tempo de escolher e não de vetar, é tempo de atacar e não de recuar. Enfim é tempo de devolver o PSD às suas gentes.
Lisboa foi, ao tempo, a coroa de glória de Marques Mendes, pois foi o exemplo da escolha acertada e paradigmática de uma nova gestão autárquica. Mas, com o decorrer do tempo, verificou-se que Lisboa constituiu o exemplo da incapacidade de mando de Marques Mendes. Pior, foi o espelho da intolerância, perseguição, verdadeira balcanização do PSD na capital, cujo resultado final deu 15% em 15 de Julho. Devido a Lisboa as eleições para Presidente do PSD foram antecipadas, em Lisboa Marques Mendes perdeu, como de resto na generalidade do país, pois também a "paisagem" compreendeu o que se passara em Lisboa e não quis viver mais com esse "despotismo ignorante".

Sem emenda...

Só soma derrotas. A da Câmara de Lisboa, quando a entregou ao Partido Socialista. A forçada demissão da Distrital do PSD. E , ontem , a derradeira e final derrota nas eleições directas do nosso partido. Tanta derrota é motivo suficiente para , em política, assumir os erros de uma vez por todas... Mas, nao foi o que aconteceu.E sem emenda , a Dra Paula Teixeira da Cruz , nem na derrota conseguiu ter a humildade dos Grandes e sair com dignidade. As declarações que ontem proferiu , criticando o Presidente eleito, não são nada abonatórias do seu espírito democrático. Pior que um mau perder, só mesmo uma má perdedora ... Mas, perdeu. E ganhou o PSD. Graças a Deus!